Programa Cujo Nome Estamos Legalmente Impedidos de Dizer

Programa Cujo Nome Estamos Legalmente Impedidos de Dizer

Para mudar o mundo, eles mantêm-se na sombra. Um programa da SIC Notícias com João Miguel Tavares, Pedro Mexia, Ricardo Araújo Pereira e coordenação de Carlos Vaz Marques

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Resumen del episodio

O episódio analisa o suposto assalto ao gabinete do partido Chega, debatendo se o incidente foi um evento real ou uma encenação política. A discussão estende-se às controvérsias envolvendo as explicações de Luís Neves sobre o caso dos bidões e as falhas técnicas no ensino secundário. O debate aborda ainda a postura do Presidente da República perante crises institucionais, a relevância social do humor de Joana Marques e os riscos de anacronismos em adaptações cinematográficas de obras clássicas.

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Destacados

É difícil haver um tema mais escandaloso do que este.

00:03:12 · O locutor enfatiza a importância e o potencial impacto do episódio do assalto ao gabinete.

Eu acho que em qualquer dos casos acaba sendo gravíssimo.

00:11:29 · João Miguel Tavares expressa a sua opinião sobre a gravidade do incidente, independentemente de ser real ou encenado.

Acho que ele faz bingo, sim. Ou seja, ele tem problemas éticos, tem problemas políticos e tem problemas legais.

00:21:31 · O interlocutor avalia a gravidade das falhas atribuídas ao ministro em múltiplas esferas.

Ele ter estado calado ao longo destas semanas todas, diante de um caso como o de Luís Neves, É um péssimo silêncio.

00:33:30 · O locutor critica a falta de posicionamento do Presidente da República perante casos políticos relevantes.

Para mim não é por acaso que a Juna Marques está na Rádio Renascença. É porque hoje em dia as aulas de catequese já acabaram, as aulas de religião e moral já não estão na moda.

00:37:25 · O locutor defende o papel da humorista Joana Marques como uma figura que exerce uma função corretiva de valores na sociedade.

Episodios

532-

Um furto desqualificado, o ministro videirinho e a exibição do autismo

O episódio analisa o suposto assalto ao gabinete do partido Chega, debatendo se o incidente foi um evento real ou uma encenação política. A discussão estende-se às controvérsias envolvendo as explicações de Luís Neves sobre o caso dos bidões e as falhas técnicas no ensino secundário. O debate aborda ainda a postura do Presidente da República perante crises institucionais, a relevância social do humor de Joana Marques e os riscos de anacronismos em adaptações cinematográficas de obras clássicas.

01 ago. 2026
531-

O relatório, a galera e um silêncio demasiado ruidoso

O episódio aborda as polémicas políticas em Portugal, focando-se no inquérito ao Ministério da Administração Interna, investigações sobre o uso de fundos e a controvérsia na digitalização da correção de exames. Discutem-se também as dinâmicas entre o PS e o governo de Luís Neves, bem como o papel do 'Governo Sombra' do Chega. A discussão estende-se a temas de atualidade internacional, incluindo críticas à atuação da PJ, a análise do património de Marcelo Rebelo de Sousa e a violência política no Reino Unido. O programa encerra com uma exploração de obras literárias que abrangem desde a biologia sexual animal até memórias sobre a perda da visão e o pensamento neoreacionário.

25 jul. 2026
530-

Livros da semana: orgasmos, cegueira, discurso e reaccionarismo

Neste episódio, os apresentadores realizam uma curadoria de obras literárias que exploram temas diversos, desde a biologia comportamental até a política e a experiência sensorial. O debate percorre o livro 30 Milhões de Orgasmos, de Min Tran Huy, que detalha as complexas estratégias sexuais do reino animal, e Terra de Cegos, de Andrew Leland, uma memória sobre a perda progressiva da visão causada pela retinite pigmentar. A discussão estende-se ao contexto histórico dos discursos de Abraham Lincoln e à análise do pensamento neoreacionário na obra O Iluminismo das Trevas, de Arnaud Miranda. O programa oferece uma exploração de ideias que transitam entre a ciência, a história política e as transformações sociais contemporâneas.

25 jul. 2026
529-

Telenovelas para quê?!

O episódio aborda a crise na correção dos exames nacionais em Portugal e as falhas no processo de digitalização, analisando o impacto político para o Governo. Discutem-se também as polémicas envolvendo o Ministro da Administração Interna, Luís Neves, e os desafios das reformas do Estado. A análise estende-se ao cenário internacional com a política de tarifas de Donald Trump e às mudanças internas no Bloco de Esquerda. O programa encerra com recomendações literárias que abrangem obras de Nietzsche, Camilo Castelo Branco, Thomas Mann e Machado de Assis.

18 jul. 2026
528-

Livros da semana: Nietzsche, Camilo, Mann e Machado de Assis

O episódio apresenta uma seleção literária focada em obras que exploram a profundidade intelectual e a diversidade estilística. A discussão inicia com a recente tradução de Friedrich Nietzsche, abordando suas reflexões sobre o futuro das instituições educativas e a crítica à massificação e à pressa no ensino. Em seguida, analisa-se a obra Proémios, de Camilo Castelo Branco, que reúne textos preambulares do autor, revelando sua capacidade de autocrítica e mordacidade. A curadoria prossegue com o volume de ensaios de Thomas Mann, percorrendo desde textos autobiográficos até panfletos políticos contra o nazismo, evidenciando a transição intelectual do autor. Por fim, é discutida a coletânea temática de contos de Machado de Assis, Singular Ocorrência e Outras Histórias de Mulheres, destacando a modernidade narrativa do autor brasileiro e sua acessibilidade linguística.

18 jul. 2026