Miguel Sousa Tavares de Viva Voz

Miguel Sousa Tavares de Viva Voz

Da edição semanal do Expresso para o formato podcast. A opinião de Miguel Sousa Tavares, de viva voz, todas as sextas-feiras à tarde. Com um tema extra, improvisado, para descobrir na parte final de cada episódio

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Resumen del episodio

O episódio analisa as graves implicações políticas e éticas dos ataques de 7 de outubro em Israel, discutindo a possível negligência de Netanyahu perante avisos prévios e o crescente isolamento internacional do país. Em seguida, a conversa aborda o declínio de Cristiano Ronaldo na seleção nacional, criticando o impacto do seu ego e da sua marca comercial na manutenção do seu lugar na equipa.

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Destacados

Uma, Netanyahu, de uma forma totalmente irresponsável, desconsiderou os avisos, ou não os desconsiderou, mas deixou que acontecesse.

00:02:54 · O interlocutor apresenta uma das hipóteses sobre a falha de inteligência e resposta do governo israelita ao ataque do Hamas.

Agora, uma destruição ao nível de estarem apenas pedras e cinzas, eu só tinha visto em Hiroshima, em fotografias de Hiroshima.

00:05:36 · Miguel utiliza uma comparação histórica para descrever a escala da devastação causada em Gaza.

Acho que todo o crédito que Israel ainda pudesse ter derivado do Holocausto esfumou-se. Esfumou-se às mãos próprias dos israelitas.

00:08:13 · O comentarista expressa uma visão crítica sobre como as ações militares atuais impactam a legitimidade moral de Israel.

É que o Ronaldo já devia ter saído há muito tempo. E está ali a arrastar-se para ver se consegue marcar os seus tais mil golos.

00:14:21 · O orador expressa a opinião de que a permanência de Ronaldo na seleção é excessiva e motivada por recordes pessoais.

O Ronaldo não veio dizendo que não queria ser o centro das atenções. Só isto demonstra como era enorme a soberba e o ego dele.

00:16:14 · A ausência de Ronaldo no funeral de Diogo Jota é utilizada para ilustrar o excesso de ego do jogador.

Episodios

227-

“A saída do Ronaldo faz-me lembrar a de Pinto da Costa no Porto: tinha ganho tudo, podia ter saído em ombros várias vezes, acabou humilhado”

O episódio analisa as graves implicações políticas e éticas dos ataques de 7 de outubro em Israel, discutindo a possível negligência de Netanyahu perante avisos prévios e o crescente isolamento internacional do país. Em seguida, a conversa aborda o declínio de Cristiano Ronaldo na seleção nacional, criticando o impacto do seu ego e da sua marca comercial na manutenção do seu lugar na equipa.

01 oct. 2026
226-

Novo Podcast SIC Notícias: Maria João Avillez entrevista Isabel Guerreiro, CEO do Santander Portugal

Neste episódio, a presidente do Santander Portugal, Isabel Guerreiro, partilha a sua trajetória profissional não convencional e o seu estilo de liderança focado na execução. A conversa explora o impacto da inteligência artificial, os desafios económicos e políticos de Portugal, e a importância da estabilidade para o crescimento do país. A discussão aborda também o compromisso social do banco através da Fundação Santander, a visão sobre a rentabilidade e a estratégia de inovação com os 'work cafés' para humanizar o atendimento bancário.

29 sep. 2026
225-

Miguel Sousa Tavares entrevista Álvaro Cunhal, em 1994: “Nunca pensei em ambição pessoal”

Nesta entrevista, Álvaro Cunhal aborda a trajetória política do PCP, discutindo a postura do partido perante o pluralismo mediático e as dinâmicas de poder durante o processo revolucionário em Portugal. O debate explora a relação entre o partido, o MFA e o povo, bem como as tensões políticas enfrentadas no período pós-25 de Abril. A conversa percorre temas fundamentais como a autonomia do PCP face à União Soviética, o apoio aos movimentos de libertação em África e as interpretações históricas sobre o 25 de Novembro. Cunhal reflete ainda sobre o papel da mídia na democracia, a luta contra monopólios e as posições ideológicas do partido em relação ao stalinismo e às democridades populares.

25 sep. 2026
224-

IA: “Chega de mais evolução tecnológica, por mim parava já”. A “obsessão” do MNE. E os povos que “se calhar não gostam da democracia”

O episódio apresenta uma análise crítica da diplomacia portuguesa, focando na atuação do Ministro dos Negócios Estrangeiros, Paulo Rangel, e nas posições sobre Ceuta perante a União Europeia. O debate aborda também o crescimento da extrema-direita na Europa, com particular atenção ao cenário alemão. A discussão estende-se aos perigos existenciais da inteligência artificial e à velocidade do seu desenvolvimento tecnológico. São explorados os riscos para a humanidade e a intensa competição global entre potências como EUA e China pelo domínio desta tecnologia.

18 sep. 2026
223-

Miguel Sousa Tavares entrevista Mário Soares, em 1994: “A minha única arma tem sido sempre a caneta”. Revisite o primeiro dos ‘20 Anos, 20 Nomes’ da SIC

Neste episódio, Mário Soares reflete sobre o processo de descolonização de Portugal após o 25 de Abril, defendendo a independência como uma necessidade inevitável perante a postura da ditadura. O debate aborda também as tensões do período revolucionário e a importância da manutenção da democracia para evitar a hegemonia comunista. O entrevistado discute ainda os desafios políticos no pós-revolução, o seu papel na estabilização do país e as suas críticas ao 'cavaquismo'. Soares encerra com uma análise sobre a sua trajetória política, admitindo erros cometidos e expressando preocupações com o futuro económico de Portugal e o cenário global.

11 sep. 2026