00:00
Olha, o Pedro tem. E o Nuno também tem. Mas toda a gente tem a mesma mochila este ano.
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Já, toda a gente menos nós.
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E ainda bem. Mesmo. O que ninguém tem é a hora para andar com estas mochilas de unicórnios.
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Na escola de toda a gente há lugar para ser diferente. Não percas. Mochila Cool Green Note por apenas 26,99€. E mochila Energy K-Pop por apenas 19,99€. Continente. É de toda a gente. Promoção valida em Portugal Continental na Madeira de 10 de agosto a 1 de outubro. Não acumula com outros descontos diretos. Promoção limitada ao estoque existente.
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Olha, o Pedro tem. E o Nuno também tem. Mas toda a gente tem a mesma mochila este ano.
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Já, toda a gente menos nós.
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E ainda bem.
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Mesmo. O que ninguém tem é a hora para andar com estas mochilas de unicórnios.
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Na escola de toda a gente há lugar para ser diferente. Não percas. Mochila Cool Green Note por apenas 26,99€. E mochila Energy K-Pop por apenas 19,99€. Continente. É de toda a gente. Promoção valida em Portugal Continental na Madeira de 10 de agosto a 1 de outubro. Não acumula com outros descontos diretos. Promoção limitada ao estoque existente.
01:12
Só o povo salva o povo. Isso é algo terrível que tivemos que descobrir há poucos dias, devido ao desastre que aconteceu em Valência, Espanha. Mensagem triste, só o povo salva ao povo. E tudo isso sucedeu por um fenômeno natural que na España se conhecia antigamente como gota fria, agora se chama dana, que basicamente é um fenômeno natural que acontece nos meses de outono, mas neste caso com uma especial virulência.
01:46
Uma virulência que nunca havíamos visto, devido também, entre outras coisas, ao cambio climático. Mais de 200 mortos, decenas ainda desaparecidos. Os daños materiales são incalculáveis. Miles de vivendas afectadas, miles de vehicles afectados. Personas que o han perdido absolutamente tudo.
02:12
Uma tragédia humana como poucas hemos visto na Europa. E eu que sou espanhol, me atrevo a dizer como poucas na Europa. E o triste não é somente...
02:22
Há sido, como digo, os mais de 200 mortos, todos os daños materiales, ver que as cidades e os povos han quedado como zonas completas e absolutamente devastadas, mas também uma das coisas mais tristes e que temos visto com muito estupor, sobretudo os españoles, os que estáis aqui na América Latina, que é o público maioritario que assiste este podcast, não vai entender. Para os españoles, acho que foi muito triste, e aqui vários españoles quero que me comentem, foi especialmente triste ver como os políticos se lutavam, enquanto não havia nenhum tipo de avanço nas zonas de catástrofe, e a gente se abandonou a sua sorte.
03:05
E foram miles e miles de voluntários, riadas enteras de pessoas, que de uma forma, digamos, noble e gratuita, e porque eles saiu do alma, foram até a zona, o que fez que não morissem mais pessoas e que essa gente pudesse levantar e começar a poder reconstruir o que estava total e absolutamente destruído. Então, eu fazendo uma pequena reflexão aqui no começo deste podcast, agora quero também que todos os convidados, quero comentar várias coisas.
03:40
Primeiro que fazemos este podcast em Oculto Tras na Sombra, para fazer uma pequena donação aos afetados da Adana. Eu suelo ganhar uns 100 euros, dólares, por cada podcast que faço aqui através de Oculto Tras la Sombra, então eu vou donar 100 euros a a Cruz Roja Española, a uma conta que há para danificar os por Adana.
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Olha, o Pedro tem. E o Nuno também tem. Mas toda a gente tem a mesma mochila este ano.
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Já, toda a gente menos nós.
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E ainda bem.
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Mesmo. O que ninguém tem é a hora para andar com estas mochilas de unicórnios.
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Na escola de toda a gente há lugar para ser diferente. Não percas Mochila Cool Green Note por apenas 26,99€. E Mochila Energy K-Pop por apenas 19,99€. Continente é de toda a gente. Promoção valida em Portugal Continental na Madeira de 10 de agosto a 1 de outubro. Não acumula com outros descontos diretos. Promoção limitada ao estoque existente.
04:40
Desde o outro lado, muitos deles em Espanha, salvo Alejandro Bernal e eu, que estamos em Colômbia.
04:48
Não queria falar da Adana. Al final vou fazer um podcast da Adana com uma pessoa que está de voluntária ali. Vou contactar também com pessoas que estão na zona zero.
05:00
E é um podcast que saldrá na semana que vem. Aqui o que vamos fazer hoje é todos os investigadores, vamos contar histórias e de aqui se vai vir uma donação, como eu disse, à Cruz Roja Española para todos os danificados da lana. Não queria nem sequer fazer este programa, com sinceridade, por si se me vai a língua e digo alguma barbaridade das coisas que opino realmente sobre os políticos españoles e sobre os políticos a nível geral no mundo. Se eu faço este podcast é graças a Miguel Ángel Segura, que agora vais a ouvir, que é um investigador muito conhecido na España, que foi Miguel Ángel o que me disse, oi, Juange, fazemos algo movámonos e colocamos um granito de arena para que isto seja melhor.
05:45
Então, graças a Miguel Ángel que sepais que se está fazendo isto. E se vou fazer um programa falando do que aconteceu em Valência e da tragédia humana que aconteceu, não porque eu quisiera, mas porque uma periodista malagueira me chamou há uma semana, me emociono ainda, chorando, me mandou alguns vídeos e me disse que esta gente tem que ter voz e aqui os meios de comunicação na España não tem, por favor, fazemos um podcast.
06:23
Por isso eu vou fazer. Se não, eu não faria.
06:27
E por que não o faria? Primeiro, porque me toca mordermos a língua. Para não dizer o que opino dos políticos españoles. Não somente o que opino dos políticos españoles, a pena que me dá a sociedade española onde se perde a capacidade de autocrítica quando um senhor, que é um gestor político, faz as coisas mal. Como eu sou de esquerda, se fulano é de esquerda, então já tem a razão. Esse tio não se equivoca, é Deus.
06:59
Se eu sou de direita e esse tipo se equivoca, não é que se equivoque, porque esse tio é Deus. É a estupidez mundial que estamos vendo porque isso não é somente um fenômeno que está acontecendo em Espanha, é mundial. Hemos podido a democracia em todo o mundo, onde um grupo de narcisistas e sociópatas são os que manejam o mundo e infinidade de países. Por isso não queria fazer o podcast, porque se queria soltar esse tipo de coisas.
07:31
E então a sociedade perdeu qualquer capacidade autocrítica, ou seja, os políticos já não são seres humanos, são dioses e os seguem borregos.
07:41
Não todos os que os seguem são borregos, uma boa parte sim. Eu acho que, no final, a democracia fazemos a gente que mudamos de voto que há quatro anos como eu, mas há uma série de borregos que dá igual ao que o caballero se é de direita ou se é de esquerda, porque eu sou de direita ou de esquerda e já está tudo aprobado.
08:00
Isto, repito, é mundial.
08:04
O martes da semana passada, em Ámsterdam, saíram a cazar judíos. Isto não passava na Europa desde 1939. Repito, desde 1939, justo no começo da Segunda Guerra Mundial. Quantos medios de comunicación habéis visto que falam disso? Habéis visto os vídeos?
08:23
Porque os vídeos me dieron ganas de vomitar.
08:26
E assim já é como está o mundo. Matar judíos está bem, vale? Porque sou de esquerda e me mola.
08:33
Pois não está bem nem matar judíos, nem matar árabes, nem matar palestinos, nem matar a ninguém. Mas ao mundo se lhe deu a bola.
08:40
Se nos deu a bola. E isto vai acabar fatal. E tudo o mal que já opino da natureza humana e dos depredadores que somos e dos patéticos que somos e dos violentos que somos, se há um raio de esperança agora mesmo em minha vida é por as milhas de pessoas que vi caminar em direção aos povos de Valência.
09:03
Gente anônima que não queria nada e que não pedia nada e que só foi a dar.
09:09
Que pouca gente, por desgracia, queda assim no mundo. Um mundo, repito, ao que se lhe ajuda a olla. Ou seja, não sei o que vai passar nos próximos anos, eu sempre digo a meus amigos que eu tenho claro, me busco a minha burbuja na que viver, tenho um passaporte que me permite viver em vários países e tenho uma residência em um país latino-americano, pediria, ademais, agora, a nacionalidade colombiana e pensar que o mundo, por desgracia, está assim.
09:39
De todas formas, o que importa hoje e o que importa no podcast de hoje é entretener a vocês, que se o passem bem, contando cada um suas investigações e suas histórias e, além de passar o bem, que vá algo de dinheiro a gente que de repente viu como toda sua vida se ia ao caralho por um monte de água e por um monte de políticos imbéciles.
10:05
Essa é a ideia deste podcast, por isso não queria fazer este tipo de podcast porque sei como me pongo, E, basicamente, que sirva isto como uma pequena reflexão.
10:18
Talvez, colocando todos um granito de arena, faríamos um mundo melhor. Se fizermos menos caso aos políticos, faríamos um mundo melhor. Se não fôsamos tão borregos, faríamos um mundo bastante melhor.
10:31
En fim...
10:32
Boa noite, família do misterio.
10:35
Meu nome é Juan Jesus Vallejo. Os que querem seguirme em redes sociais, meu Twitter é arroba juanjevallejo, juanjevallejo. Em Instagram e em Facebook, juanjesusvallejo. E isto é outro podcast de Oculto tras la sombra. E aqui o que fazemos é periodismo de misterio. Nosotros os ponemos os hechos encima da mesa e vosotros decidís que há detrás disso.
11:00
E que não, sempre em este momento eu faço uma pequena pausa para fazer publicidade de meus viajes de autor. Neste caso, nem vou fazer porque me parece até frívolo por minha parte.
11:10
Assim que, simplesmente dizer-vos que, bom, chicos, acho que é o momento de reflexionar um pouco sobre como está o mundo e onde vamos, vale?
11:19
Eu, depois de ver o que eu vi em Espanha e depois de ver o que eu vi em Ámsterdam, Me dan ganas de irme de aqui ao planeta Marte e, se não, comprarme dois Rottweiler, colocar um HP, outro HP doble e meter-me em casa e que não venha ninguém a dizer buenas tardes. Isso é o que me dan ganas.
11:39
De verdade, de como está o patio. Pero, enfim, Alejandro Bernal, amigo e companheiro, como estás? Cuidado, que já me atacou tanto que até tiro o micro.
11:47
No, Juan G, muito bem, um saludo para ti, para todos nossos convidados, Rosy, Miguel Ángel, Tony, Martín, e desde logo para todos os inscritores deste espaço. Muito obrigado a as pessoas que nos estão acompanhando neste podcast e nesta oportunidade, Juan G, e te quero agradecer a ti públicamente também a Miguel Ángel. por ter fraguado esta iniciativa, acho que neste momento é importante que todas as pessoas que podamos, em meio de nossas possibilidades de o que podamos fazer, sembrar um granito de arena, poder otorgar algo de generosidade para pessoas que o estão passando muito mal desde hace duas semanas, ... ... ...
12:52
E onde o que recaudemos neste espaço, se o enviaremos aos damnificados. Eu, personalmente, Juange, tenho o coração partido, como diria a tua compatriota Alejandro Sanz, porque em meu espaço de YouTube, a maior parte da minha comunidade é de Espanha, e eu tive a oportunidade de falar com damnificados ou familiares de damnificados. Há uns dias estive falando com alguém que perdeu vários amigos em Valência, e esta pessoa me o contava absolutamente destrozada.
13:22
Olha, o Pedro tem. E o Nuno também tem. Mas toda a gente tem a mesma mochila este ano. Ya, toda a gente menos nós. E ainda bem. Mesmo. O que ninguém tem é hora para andar com estas mochilas de unicórnios.
13:50
Na escola de toda a gente há lugar para ser diferente. Não percas. Mochila Cool Green Note por apenas 26,99€. E mochila Energy K-Pop por apenas 19,99€. Continente. É de toda a gente. Promoção valida em Portugal Continental na Madeira de 10 de agosto a 1 de outubro. Não acumula com outros descontos diretos.
14:06
Promoção limitada ao estoque existente. Fundei a Ornota em 2013. Fabricamos vestuário para ciclistas. Para mim, a melhor parte da Shopify é a possibilidade de gerirmos o negócio mesmo não tendo conhecimentos técnicos. Conseguimos gerir tudo, do back-end ao front-end e fazer vendas online, sem complicações. Se a Shopify fosse um equipamento de ciclismo, eu diria que seria a própria bicicleta. É aquilo que nos permite chegar onde queremos. É na Shopify que gerimos o nosso negócio. Comece a sua avaliação gratuita em shopify.com
14:37
Pois sim, e que o misterio tenha hoje um fim solidário, acho que é clave. Bom, isto vai editar Alejandro Bernal, não sei se pondrá alguma imagem da Adana ou tal. Repito, vou fazer, nesta semana vou gravar um podcast que se emitirá a seguinte sobre o tema da Adana e aí pondremos imagens e tal e historias. Já digo que é dantesco. ou seja, dantesco, ou seja, os povos estão completamente arrasados, todas as calles são negadas, não só de barro, de basura, de mueble, de coches, de tudo, ou seja, é como se tivesse sido realmente algo aterrador, além de, repito, mais de 200 mortos e decenas de desaparecidos, A dia de hoje.
15:25
E, além de todas as coisas que temos visto a nível político, onde España, o país onde nasci, tenho passaporte de español, quedou à altura de uma república bananera. Também tem que dizer. Não por a gente que foi ajudar, por os políticos tão patéticos que temos. Mas, enfim, como isto se está fazendo, graças a Miguel Ángel Segura, aqui lhe dou passo a Miguel Ángel Segura, que está junto a Toni García. Amigo Miguel Ángel, boa noite. Como estás?
15:53
Olá, boa noite, Juange. E boa noite a todos. Pois a verdade é que com o tema este estou muito, muito cabreado.
16:00
E só acho que o has definido perfectamente. E só vou dizer uma coisa que refleja perfectamente o que é a política em España. Realize junto com minha irmã um curso de espiritualidade para recaudar fondos para os afetados da dana.
16:19
Recaudamos 800 euros.
16:22
uns 900 dólares aproximadamente.
16:24
E só vou dizer uma coisa.
16:27
Temos que pagar um 30% de imposto ao governo por donar este dinheiro. E não nos desgravamos nada. E não nos desgravamos nada porque somos empresa. Isso o define tudo. É demoledor este dato.
16:43
Não.
16:45
Te trinca no 30% para dar-se a seus colegas, como sempre. Para dar as subvenções. Mas bem...
16:51
En fin... Miguel Ángel, nos toca seguir para adelante, tío. Ya está. Sí, sí, toca seguir. Ayudar a la gente que está allí, que en el fondo es lo que importa. Los políticos que les den.
17:01
Sí, está claro. Está claro.
17:04
En fin, y te digo, te agradezco muchísimo que esta iniciativa haya sido tuya, ¿vale? Que has convocado a un montón de gente que no conozco. No conozco a Toni, no conozco a Rosy, no conozco a Martín. ¿Vale? Y nada, tío. Pues darte las gracias por que hagamos esto... São 100 euros, mas são. E, bom, tentar colocar um granito de arena para que isto vá melhor. E assim está o patio. Tony García, já que estás aí, boa noite. Como está? Comenta a audiência de Oculto Tras as Sombra quem é, porque a gente não te conhece.
17:34
Olá, boa noite. Bom, quase não me conheço nem eu mesmo. Mas, eu estive fazendo algumas investigações com Miguel Ángel. Me parece que há um que, igual, está o tú, um tal hospital do Tórax, de Terrassa, que estive ali, não sei se a gente, não sabe a gente, estava ali de segurança, no Hospital de Tórax, tinha que fazer as rondas cada duas noites, cada noite duas rondas por aí, e o normal, o justo, aqui, já sabe, eu não tinha acostumado a... Tuviste alguma experiência, agora te perguntamos por isso.
18:14
Bom, alguma, a pior foi esta.
18:17
Ah, conhecer a Miguel Ángel.
18:18
Conocer a alguém. Mas, isso já passa muito tempo e já está sendo acostumbrado. E sobre o de outro, é o que você diz, mais vale não falar, porque não está acostumbrado a ver outros lugares e eu diria mais uma palavrota.
18:33
Mas eu suponho que já... Se comentava esta tarde a Miguel Ángel, dígame, vamos deixar de fazer tonterias.
18:39
que se sente, que diga, mira, de aqui para trás vamos a olvidarnos, vamos tentar hacerlo de aqui para adelante, arreglarlo, e se acabou simplesmente isto.
18:48
É que, de que a política se ha vuelto um trabalho mais, não vai bem.
18:57
Não vai bem. Ou o que eu vejo. E já os deixo a vosotros que eu... Nada, nada.
19:02
Pois se me... Sin querer muito de política, te lo resumo porque a política não vai bem. Sabe por quê?
19:07
Analiza o currículo.
19:09
O currículo da gente que está governando. Olha a ver se alguma vez fundaram uma empresa, criaram trabalho, fizeram algo, tiveram grandes emprego por seus talentos.
19:23
Nada.
19:24
São uma banda de mediocres que vivem a política desde que são uns crios. se metem em política ou têm 14, 15, 16 anos. Não sei se o veis no Netflix, os recomendo a todo o mundo, uma série que se chama El Pequeño Nicolás. Ela é um amigo meu. Para Netflix, vale? Isso é do Partido Popular, vale? E resume perfectamente o que é já a política, não na Espanha, em todo o mundo. Um chaval que se mete em política desde jovem, nesse grupo cerrado e que acaba tendo um poder ridículo.
20:01
Busca os outros de esquerda. Exatamente o mesmo. Mira a ver se algum de eles tem um trabalho por ser um tipo brilhante. trabalhou em uma empresa, fez coisas magníveis. Toda uma banda de vagos que só sabe chutar do bote e já. E é curioso, neste dia, e já vou cortar o tema, um dos fundadores do Partido Popular disse que Mazón tinha que demitir. que o Partido Popular, o Partido de Derecha, é que governa a comunidade valenciana.
20:35
Felipe González, presidente do governo español que mais anos governa na España, socialista, disse que o que ele viu não se pode acreditar e que ele parece vergonzoso o que fez Pedro Sánchez. Ninguém de os dois vai assumir responsabilidade de nada. E todos os palmeros que tem ao lado, todos callados.
20:56
analiza, que eu já visto, o currículo de Pedro Sánchez e o de Mazón. Que te mude de la risa.
21:03
Olha a ver em que trabalham, em que foram gente brilhante. Nunca, nada. Absolutamente nada. Por isso, eu tenho uma empresa em Texas, em Estados Unidos, minha agência de viajes está em Texas. E há vezes que digo, acho que me vira a Texas, que o bom que tem Texas é que, macho, se te pillas uma casa, me compro quatro ametralladoras, mas de essas antitanque, que é legal, e se alguém pisa no jardim, le pego dois tiros, chamo ao comissário de policia, recogen o cadáver e, encima, me dan as graças. Muito obrigado, caballero. Porque nos ha aburrido a usted os jueces e tal, e todo o follo.
21:37
Listo, se acabou. E pelo menos que te dejen em paz, tio. Que te dejen viver, sabe? Porque isso é algo que me parece terrível. Bom, ele ia dar passo a Rosy, depois de dizer essa barbaridade, a ver se suba um pouco a audiência, cada vez que digo brutalidades, ele ia dar passo a Rosy, mas agora sim se foi. Não sei se está com os gatos, que tinha os gatos por aí ao lado, ou que está acontecendo. Então, ele ia dar passo a...
22:03
Ah, perdão. Ah, Martim. Martim, boa noite. Como está? Quem é Martim? E qual é o seu nome? Para toda a gente que está ouvindo Oculto Tras as Sombras.
22:12
Olha, o Pedro tem. E o Nuno também tem. Mas toda a gente tem a mesma mochila este ano.
22:17
Já, toda a gente menos nós.
22:19
E ainda bem. Mesmo. O que ninguém tem é a hora para andar com estas mochilas de unicórnios.
22:24
Na escola de toda a gente há lugar para ser diferente. Não percas. Mochila Cool Green Note por apenas 26,99€. E mochila Energy K-Pop por apenas 19,99€. Continente. É de toda a gente. Promoção valida em Portugal Continental na Madeira de 10 de agosto a 1 de outubro. Não acumula com outros descontos diretos. Promoção limitada ao estoque existente.
22:43
Martín é um Espanyol de Tarrasa, como Miguel Ángel Segura.
22:48
Tenho quase 65 anos em um par de meses.
22:52
E meu nome é Joaquim Galego Martín. Mas o Martín este não é o nome de minha mãe, mas o seudônimo de um escritor que me encanta o tema da energia especialista. em Transilvânia e em Rúmenia inteira, não o tema vampiros em solitário, que eu considero que não é o que mais me interessa, o que mais me interessa é a energia que movem os carpas, que, por certo, se o mirar bem, está muito perto do Olimpo.
23:26
Esse é Joaquim Gallego Martins e como pessoa de Tarrasa podemos, porque não o has comentado, mas no ano 1962, quando eu tinha dois anos, houve uma riada que matou 500 pessoas em Terrassa, em Sabadei e em Rubí, e em total eram de 1.000 pessoas. E o tema era o mesmo. A estupidez dos políticos e a agonia por o dinheiro dos alcaldes, dos imobiliários e dos quatro capitostes que sacaban dinheiro de fazer...
24:03
edificios na zona de aguas. E como disse um colega meu, que também sofriu a riada porque levantou o água à cama, ele me disse que quando as aguas saquem suas escrituras, vamos arreglar.
24:18
Isso é o que aconteceu em Valência. E depois, já descalificaram a nossos políticos de ineptos, mas eu quero dar, colocar uma pica em Flandes por nossos jovens, que han demonstrado que são uns leões, Por a gente, não estou totalmente de acordo com que o povo salva ao povo. Também tem uma parte do povo que mata ao povo.
24:40
Isso tem que ter em conta. Porque se nos fazemos responsáveis ou temos uma autocrítica, assumiremos que muitas pessoas têm ido a viver nessas zonas desde há 40 anos, pois havia necessidades particulares de cada um. Mas agora há um desastre monstro de nossos irmãos de Valência, de Letour, que não falamos de Letour, que em um poblezinho precioso de Albacete, de um rio, um lugar maravilhoso com água e tal, foi gente.
25:14
De fato, eu tenho um amigo venezuelano que vive ali, e foi buscar a sua filha ao colegio, e foi coger a criança, começar o diluvio e morrer 7 ou 8 pessoas. E depois meus amigos que tenho de Valência.
25:30
Bom, Miguel Ángel Segura, quem é Martins? Eu editei um livro que se chamava 7 historias entre o humano e o divino e como já estou dizendo, talvez sou um grande especialista de Rumanía digo Rumanía porque Transilvania é um conceito literário por Drácula porque a vida de Vlad Tepes, por exemplo, era mais em Baláquia que não é Transilvania É muito complicada esta vida e muito corta.
26:05
E, depois, também vos diria que minha mulher é ucraniana, que há uns dias de 15 anos que estamos passados, que regressé de Rumaní há 7 meses e que ela aqui, em España, a dia de hoje está como refugiada. Que essa é outra barbaridade.
26:24
Pois esse é Martín.
26:26
Martim, muito obrigado por apresentar-te e agora vamos conversando sobre temas de misterio que vêm surgindo. E por aqui nos falta Rosy López, e te vou fazer a mesma pergunta que ela faz todo mundo a primeira vez que entra em Oculto Tras la Sombra. Quem é Rosy López para toda a audiência de Oculto Tras la Sombra?
26:43
Que digo que isso me pergunto eu cada mañanas, que quem sou, não? Ai, pois supongo que uma pessoa muito, muito, muito curiosa, E isso é o que me levou, pois, por, não sei, desde os estudios de criminologia, a meterme depois em uma associação para investigar os fenômenos paranormais, tentar buscar explicações. Sou como uma vejita que vou de um lugar para outro, sempre guiada por a curiosidade.
27:18
E com autocrítica. Isso é importante hoje em dia.
27:23
Falta todos um pouco de autocrítica. Isso também tem claro. O que você acha de tudo o que aconteceu, Rosy, antes de arrancar o debate?
27:31
É muito louco, porque as primeiras notícias falavam de uma dana, de uma gota fria, como você disse ao início. Mas as primeiras imagens não parecia uma dana. Aquilo era um tsunami.
27:48
Com os dias, nos temos ido enterando que abriu uma das presas, de aí que vinha essas olas.
27:58
Agora entendemos por que há cidades como Vaiporta, em que não llovava e, de golpe e porrazo, chegava o água como o que era, como uma ola.
28:09
As pessoas nas sete que saltava o água literalmente no carro, É que é dantesco, definir o sofrimento, o dolor do que está acontecendo e o que ainda tem por passar.
28:26
Agora as pessoas estão em uma fase de choque, estão em choque, ainda não se está processando o que está acontecendo.
28:34
Esta manhã eu falei com uma pessoa que saiu de ali e me comentava que huele tudo a água fecal, tudo está cheio de escombro, não há água em alguns lugares, em muitos lugares, siga habendo sitios sem electricidade, mais de uma semana depois.
28:52
En fim...
28:53
É muito louco, é muito louco. Eu confio em que esta vez, sim, a gente comece a...
29:02
A pedir explicações, não?
29:05
Que comece a ver o que tanto alardean todos, que é responsabilidade. É o momento de que se reclama responsabilidade. A quem seja. Me dá igual de um bando, do outro.
29:19
Mas existem mecanismos para colocá-los em marcha. E todo mundo se pergunta, e já não digo a nível nacional, mas internacional, por que nos estão activando esses mecanismos.
29:31
Eu aí o deixo.
29:33
Nada, cariño, ojalá me equivoqueis. Sabes o peor? Não vai servir para nada.
29:37
Não vai haver nenhum responsável, não vai haver nenhuma responsabilidade, não vai passar absolutamente nada.
29:41
Nada.
29:42
Nada.
29:44
Olha, a responsável da AEMED, a Sociedade Española de Meteorologia, está posta por o PSOE, não vai demitir. Bom, o presidente do governo, o presidente da Comunidade Autónoma Valenciana, isso já nem te conto. O ministro do interior, por não declarar a zona catastrófica, porque o tinha que haver feito Sánchez, e mandar todos os recursos do Estado. A ministra da Defesa, não vai demitir, não vai passar nada, mas não só isso. Por o que estou dizendo, olha os insultos logo aqui abaixo.
30:13
Você é um fascista. O insulto de moda é fascista.
30:18
Já o vamos saber. Ojalá me equivoque. Quando o comento, me insultan menos, mas já o verão.
30:25
Há um dado curioso que... Bom, de cá está levin al galgo, para algo soy criminóloga. Os explico.
30:34
Uma coisa são os mortos em uma catástrofe, de acordo? É uma catástrofe, responsabilidade e podem esquivar o bulto, vale. Mas há uma coisa muito importante que deve saber todo mundo.
30:49
À medida que se vayan encontrando corpos, e vou tentar ser o mais fina possível, os forenses devem determinar o dia que a pessoa morreu.
31:02
Por que digo isso?
31:04
Não é o mesmo morrer na noite da catástrofe que dois ou três dias depois.
31:11
Porque aí sim que há uma responsabilidade penal.
31:16
Promissão do dever de socorro. De essa não se vão livrar. É assim, hein?
31:23
Deus te ouve.
31:25
Eu o pior que quero é que se vão livrar. Ojalá me equivoque e tenha tudo a razão. Já não tenho nenhuma esperança à democracia.
31:34
Já estão colocando em marcha demandas judiciales. Em esse sentido.
31:38
Ojalá.
31:39
Em esse sentido.
31:41
Ojalá.
31:42
A ver que é o que ocorre. Eu estou ojo-avizor, mas ainda deve passar um tempo.
31:47
Está genial. Eu nunca o havia analisado assim, o que estava dizendo de omissão do dever de socorro, que, efetivamente, é um delito em Espanha. e que se pode colocar em cara tanto aos responsáveis da comunidade valenciana, que são da direita, como aos responsáveis do governo espanhol, que são da esquerda. Mas eu já, já te digo, eu há tempo já que perdi a esperança à raza humana, já é que não a tenho. A título de curiosidade, os comento, acho que a audiência sabe, eu publiquei um livro que se chama Conspiração,
32:22
Olha, o Pedro tem. E o Nuno também tem. Mas toda a gente tem a mesma mochila este ano.
32:28
Já, toda a gente menos nós.
32:30
E ainda bem.
32:31
Mesmo. O que ninguém tem é a hora para andar com estas mochilas de unicórnios.
32:35
Na escola de toda a gente há lugar para ser diferente. Não percas. Mochila Cool Green Note por apenas 26,99€. E Mochila Energy K-Pop por apenas 19,99€. Continente. É de toda a gente. Promoção valida em Portugal Continental na Madeira de 10 de agosto a 1 de outubro. Não acumula com outros descontos diretos. Promoção limitada ao estoque existente.
32:54
E nesse livro, por exemplo, há um capítulo que fala dos abusos dos Estados Unidos. Todo mundo me dizia... Jolín, que guai, Juan, que é um tio aí de esquerda, como conta o do incidente do Golfo de Tonquim, como, por exemplo, se entra em guerra contra o Vietnam por um incidente que nunca existiu. Não houve nenhum ataque no Golfo de Tonquim. Uma segunda noite. Jamais.
33:16
Que isso já o reconhece até o governo dos Estados Unidos. Não é para ser um lumbrero. Ou coisas assim, né? Então, um tio guai, um de esquerda.
33:27
saco um capítulo dizendo que o comunismo é a ideia que mais gente asesinou, a ideia política que mais gente asesinou na história, mais de 100 milhões de pessoas. Que se o devemos a Stalin e a Mao Zedong, porque entre os dois se cargaram os 100 milhões. Já os demais venia tal. E então me dizem que sou um fascista, que não sei o que, e então já disse, mas se eu ganho super bem, falando de ovnis e de enigmas da história, das pirâmides de Egito e tal... Dejo já isto e ao mundo que lhe desmorce. Olha, pongo um exemplo muito curioso e o pode ver no canal de Youtube.
34:00
Hace uns meses entrevistei a um senhor que viveu em Rusia, que viveu em Ucrania e que é catedrático de Filologia em Lava da Universidade de Granada. Acho que conhece bem o tema do que aconteceu ali e sacou um livro sobre isto.
34:20
Vale, bueno, pois tinhas que ver os insultos que há e um tipo dizendo que havia que fazer uma peticão ao governo colombiano para que me echen do país por desinformador.
34:36
Alucino, tío.
34:39
Estou falando de um tema que pode ter minha opinião. Mas sempre que falo de um tema, tento buscar alguém que sepa mais que eu. Em este caso, um tio que viveu em dois países que estão em conflito, que é catedrático de filosofia de eslava, que fala ruso perfectamente e que nos dá sua opinião sobre tudo o que ele viveu e o que aconteceu ali. Pois sou um desinformador e que me echen do país.
35:05
Alguém entende isso?
35:10
Eu sim.
35:11
Martins entende porque sua mulher é ucraniana.
35:13
E porque viveu em Ucrania.
35:16
Vale, mas cuidado com uma coisa.
35:18
Não se preocupe, não me preocupa esse tipo de coisa.
35:20
Eu vou te dizer uma coisa. A América Latina está sob a influência geopolítica norte-americana durante o último século. E aqui é certo que os norte-americanos Han feito várias barbaridades, várias não, muitas, desde apoiar o golpe de Pinochet, até muitas coisas. E isso faz que o odio dos Estados Unidos seja tal que qualquer coisa que se entenda que vai contra os Estados Unidos, como é o senhor Vladimir Putin, todo mundo vai apoiar. Já te digo.
35:50
Tranquilo, que eu não opino...
35:52
Eu te digo já, te digo por adelantado. E agora já, opina o que quer, porque você viveu em Ucrania.
35:59
Não só viveu em Ucrania, mas em duas de as cidades conflictivas. Em Dinipro, ou Dinipro-Petrosk, ali estive vivendo, porque minha mulher é de ali, sua família é de ali, e, por exemplo, para situá-los dentro do mapa, estamos a 69 km de Saporina.
36:19
Mas ali não nos queda família agora mesmo, porque a que estava estava em Rumanía, em Deva, como refugiada.
36:28
Mas temos todo o grosso da família na cidade de Kharkov, que de ali, por exemplo, da casa de um dos meus cunhados, na zona primeira de frente, não haverá nem cinco quilômetros.
36:47
Eu estive no ano 2019, estive cinco vezes ali, que montamos um negócio comigo e então eu pude ver coisas que se diziam como o batalhão Azov. Eu pude ver como se chama, na cidade, na plaza Gagaspron, que é gigantesca, ao lado de dois parques preciosos que há em Kharkov que eram preciosos, E ali pude ver paramilitares fascistas, nazis e neonazis.
37:21
Mas também posso dizer que uma coisa é quem provoca, e outra por seus interesses geopolíticos de toda a vida, me estou reforçando dos Estados Unidos, e outra coisa é o monstro, o coco do lado.
37:33
Porque temos de ter em conta que não estão atacando, ou seja, a Rússia, neste caso, não está atacando a zona, diríamos, ucraniana. Está atacando a zona onde estão os que falam russo, os que vêm praticamente de toda a zona da União Soviética. Porque não tem que misturar conceptos, não é o mesmo da União Soviética que da Rússia. mas o coco este que tem uns interesses geopolíticos e que não se caracteriza precisamente por ser uma pessoa que defende a vida humana, ter em conta que seus soldados estão caindo como moscas.
38:16
Perdona, os crimes que se cometieron em Bucha por parte do Grupo Wagner, está super documentado.
38:26
Sim, mas... Estive convivendo com uma chica, com seu pai e sua mãe, porque quando começou a guerra eu estava em Rumaní e, ademais, te diria que a A4 me pediu que fosse à fronteira de Siret para receber gente. Não nos pusimos de acordo porque, ademais, eu precisava 24 horas para chegar ali. Rumaní não é a Espanha no desplazamento. e não podia chegar em tempo físico e depois não nos colocamos de acordo por um tema de que...
39:02
A que vamos, Martim, cêntrate. Que é o que passa na Ucrania e acaba com isso. Vem.
39:07
No, hombre, na Ucrania agora mesmo o que vai passar é o que, acho que dizem os norte-americanos, é que vai ficar cortada a Ucrania se com Trump. Se é assim aqui, assim acabaram os mortos, e depois o nacionalismo ucraniano, e neste caso Selensy, se terá que aguantar. Tendo em conta que já ultrapassou seu mandato como presidente. Mas também fez uma coisa boa este bom homem, que é lutar contra a corrupção.
39:39
Porque os países post-comunistas... O sinto por os latinos, mas os países post-comunistas, e eu he vivido... Bem, estou vinculado a ele desde o 2007 e he vivido cinco anos atrás, todos os países post-comunistas têm um problema. que se chama La Corrupção ou Corruptela Maior.
40:00
Sim, são super corruptos, mas ao final... Estou fazendo de periodista, Martins, não te vayas em conta.
40:04
Dime, dime, dime.
40:05
Não has respondido à pergunta que tem agora mesmo toda a audiência na cabeça. Quem é o culpado, Putin ou Zelensky?
40:14
Os dois.
40:16
Porque o Maidão, o famoso Maidão de 2014...
40:21
A gente não conhece, vale? Efectivamente. O Maidão é uma revolução que há no ano de 2014. Pois é, ali começou a guerra. Ali começou a guerra, correto. O Maidão, a guerra civil ucraniana.
40:32
Ali podemos ter em conta que o que aparecem são os serviços secretos de Rusia e dos Estados Unidos pegando tiro a eles. E depois a gente, com seus nacionalismos, defendendo uma banda e a outra. E já está. E depois, tudo é que prenderle fogo a mecha, que tardou muitos anos, depois a invasão de Crimea, etc.
40:52
E depois, vamos defender os rusos.
40:57
E em Dnipro, em Kharkov, não se fala ucraniano, se fala russo. São pessoas de origem soviético, russo. E então, por exemplo, em Kharkov, nos primeiros dias da guerra, cairam 800 e mais misiles.
41:13
Então, se você, para defender os seus, os matas... Vamos, um pouco raro, não?
41:18
Este amigo meu, quando o entrevistei, tinha amigos em Kharkov, ruso-parlante, e me disse que todos odiam a Vladimir Putin, obviamente.
41:25
Natural. Se você... Meu cunhado, foi... Meu cunhado, Serguei, que é um pouco mais jovem que eu, foi um mando de investigação de temas de guia de misiles e tal, militar. E sua casa está, pois, ao final da cidade, e a uns cinco quilômetros tem uma base militar.
41:46
E eu lhe disse, oi, você tem que ir ali. Eu tenho informação de um general da OTAN que disse, vai haver um desastre terrível, dê a sua família que seja. E eu se lhe disse, e me contestou.
41:57
Olha, o Pedro tem. E o Nuno também tem. Mas toda a gente tem a mesma mochila este ano.
42:02
Já, toda a gente menos nós.
42:04
E ainda bem.
42:05
Mesmo. O que ninguém tem é a hora para andar com estas mochilas de unicórnios.
42:09
Na escola de toda a gente há lugar para ser diferente. Não percas. Mochila Cool Green Note por apenas 26,99€. E mochila Energy K-Pop por apenas 19,99€. Continente. É de toda a gente. Promoção valida em Portugal Continental na Madeira de 10 de agosto a 1 de outubro. Não acumula com outros descontos diretos. Promoção limitada ao estoque existente.
42:28
Eu os veré chegar. Os tanques passarão por delante de casa. Os saludaré e adiós.
42:34
não foi assim, começaram a caer misiles, misiles, misiles, misiles, e aquela famosa imagem que se vê na gente nas estações tanto de Kharkov como de Dnipro ou de Kiev, ele, com sua mulher, com um gato, metido na barriga, acabaram e estão todos em Praga.
42:55
E ele pensava que não são nossos irmãos. Não, não, não são irmãos. São os que te vão matar o nome de vete a saber que.
43:04
Ah, não, e, aparte, tenho claro que Vladimir Putin é um genocida.
43:09
Totalmente de acordo.
43:11
O está demonstrando, mais que isso. Mas, vamos começar a falar de outros tipos de temas de misterio, que já para insultos entre a crítica dos políticos españoles e os de Ucrania, tranquilo que vão caer vários.
43:23
Espero que não pedem que te expulsen também a ti do país, do país. De España. Martim, já começou a prisão de Colômbia.
43:31
A ver... Mira, eu não nascido em España. Eu nascido em França. Sou espanyol porque meus pais são de Granada e me aplicaram a lei da sangue. Mas...
43:43
Eu sou feliz ao lado de minha mulher e como onde vou, o que utilizo é minha cabeça, não há problema. Eu volto à Espanha, não precisamente pela guerra, mas porque tenho um problema na perna, uma coisa que se chama neuropatia periférica e aqui a sanidade é muito melhor, simplesmente por isso.
44:03
Listo amigo, eu sou granadino, como tu padre.
44:06
E padre de Loja.
44:08
Eu de Los Guajares, muito mais ao sul, mas tenho amigos com amigos em Loja. En fin, vamos a meternos aqui em materia e Miguel Ángel Segura e Toni García. que estávamos falando do Hospital do Tórax, mas a audiência deste continente não tem absolutamente nem ideia de que é o Hospital do Tórax de Tarraça. Possivelmente, se digo Tarraça, não sabem que é uma localidade de Cataluña cerca de Barcelona.
44:35
E, então, o que aconteceu no Hospital do Tórax de Tarraça que fez que este senhor Miguel Ángel Segura fosse tão conhecido em Há muitos anos. Por que é um lugar tão particular? Miguel Ángel Segura.
44:52
Pois tem todos os condimentos perfeitos para que se convierta e, de fato, se ha convertido em um emblema dentro do mundo do misterio. Temos que ter em conta que o Hospital do Tórax se inaugurou no ano 1954 e é um hospital que tem nove plantas, 66 mil metros quadrados de toda a superfície e demais, é imenso, é gigantesco, e na década dos anos 60 e 70, se tornou no hospital de Europa com maior índice de saúde.
45:28
Tudo isso vem arrastrando legendas de que sucediam fenômenos estranhos, de que se faziam experimentos ilegais com pacientes. De fato, alguns congressos internacionais sobre investigação científica se levaram a cabo no Hospital do Tórax.
45:47
Inclusive o primeiro transplante experimental de coração se realizou também ali. Então, tudo isso... começou a alimentar a lei de que ali era um lugar marcado por a morte, por a tragedia, por o negativo, não nesse aspecto, mas o que aconteceu depois, que é quando começa a coger a fama em quanto a misterios e fenômenos paranormais, é que uma vez que cai no abandono e transcurre um tempo, diferentes sectas satânicas, grupos de este tipo, grupos oscuros, começam a realizar ali seus rituales oscuros, suas práticas, na capilla, por exemplo, dentro do edificio, e começam a manifestar fenômenos paranormais, que eu entendo que esses fenômenos paranormais se manifesta por os rituales que se fazem ali, mas também por a grande carga emocional que arrastra o edificio de pessoas que não somente moram ali, que são muitas, mas de pessoas que moram ali no dia a dia.
46:47
E tudo isso tem gerado que a atividade paranormal, ao ser intensa e superpotente, tenha dado passo a que o lugar se tenha convertido em um emblema dentro dos fenômenos paranormais. Um resumo muito breve de o... da imensa história que tem.
47:05
Não se preocupe, eu o recuerdo como um lugar super tenebroso, a ver se pode colocar aqui, Alejandro Bernal, alguma foto de quando estava antiguamente, acho que agora já não existe, acho que o tiraram, e agora não nos conta Miguel Ángel.
47:17
O tiraram, não? Siga aí?
47:19
Não, o que han feito foi, han habilitado uma zona onde há oficinas, de fato, eu estive vendo uma oficina que estive a ponto de me dar uma, que no final não o fiz, mas fora há platóis de televisão, aí há rodadas películas, anuncios, de fato, emitiam programas de televisão de cadenas nacionais, em alguns há passados um monte de coisas e histórias, há gravado psicofonias em directo, saído a luz...
47:51
e em Madrid seguiam tendo señal porque Terrassa está em Barcelona e isso ia diretamente na señal a Madrid não entendiam por que seguiam em directo quando, bom, umas histórias e, de fato, há uma zona que é, digamos, põe um 30% do hospital que está habilitado com oficinas, com despachos e com esse tipo de coisas.
48:17
En fin, eu o recuerdo como um lugar realmente tétrico. O recuerdo muito grande, muito enorme, como com muitos milhares de habitações. Eu imagino que Tony nos contará agora a sua ronda. Eu o recuerdo enorme e grandíssimo, até como uma espécie de pabellões ou algo, quando eu estive com Miguel Ángel Segura fazendo uma sessão de Ouija ali. Foi um lugar como muito desapacível e uma das coisas que mais mal rollo dava Era o fato de pensar que como a tuberculose era uma enfermidade que é relativamente contagiosa e tal, todo este tipo de sitios, no fundo, se fizeram como uma espécie de leproséria do siglo XX.
48:58
Ou seja, este tio, não tenho certeza se vai curar ou não, seguramente não se vai curar, O mandamos aí e aí que se mora e que não contamine os demais, que contamine os que já estão contaminados.
49:10
E listo. Sem ser tão heavy, talvez, como as leprosarias de antes, mas quase.
49:16
Porque realmente o sitio acogedor, assim como acogedor, como que não era.
49:21
Então me parece incrível. De fato, Juan G, fíjate, estive entrevistando-me durante mais de duas horas com o que foi jefe médico do Hospital do Tórax durante 17 anos, E me contou uma série de coisas que eu me quedo pálido. De fato, dizia que muitos enfermos, ele estava convencido de que se moriam de pena, porque os deixavam ali, e seus familiares, por medo do contagio, não queriam voltar. Inclusive, pessoas que estavam ali, que tinham uma filha ou que tinham um filho, e que, inclusive, ao sair, não queriam ter contato com o pai.
50:00
E que muita gente havia morto de pena. Ele estava convencido disso.
50:03
Olha, o Pedro tem. E o Nuno também tem. Mas toda a gente tem a mesma mochila este ano.
50:09
Já, toda a gente menos nós.
50:11
E ainda bem.
50:12
Mesmo. O que ninguém tem é a hora para andar com estas mochilas de unicórnios.
50:16
Explicou cada coisa que me quede...
50:38
Deus santo, que loucura. Tony García, como era dar seu passeio por a noite pelo Hospital do Tórax?
50:44
Muito bonito. Eu te tenho que contar uma coisa, que é só dois minutos. Eu, justamente, vivo no barrio que está ao lado, que se chama El Prado de Buenaire, e antes de fazer todas as obras que havia, eu vivia em um piso 9, eu o primeiro que abriu a porta, abriu a persiana, o primeiro que vi eu desde a casa era o Hospital do Tórax.
51:05
Mas isso de sempre... E nunca me havia dito atraído. Sempre me atraía porque era um vídeo muito grande, abandonado. Hava deporte quando havia deporte por ali. E, bom... Mas o outro, por a noite, a verdade é que... Eu nunca me he sentido... Tener medo. Eu sempre comentava a Miguel que eu nunca he tenido... A ver, eu tinha medo quando saia a alarma porque eu sempre tenho mais medo aos vivos que aos mortos. Eu sempre disse o mesmo. Mas dar uma volta por ali e fazer uma ronda, pois, bom, imagina-te.
51:39
Eu, quando estive trabalhando, já era a temporada que os outros fuches a gravar Milenio 3 e o reportagem, ou seja, que foi quando conheci também a Miguel Ángel, ou seja, que já está esse momento no... Não tinha pensamento de... Me gostava o misterio, entre comillas, como quase todos, mas não era uma coisa... Aparte do Regímenes del Oso, eu para ir... Muitas coisas não havia visto, não? Mas para ir daí, comecei a ir e, bom, não era uma coisa... Eu acho que também era a costumbre, não? Ir também só, uma coisa que era só.
52:10
Minus companheiros, nenhum quer ir só nunca, dizem que era uma coisa rara, mas, bom, que não era...
52:17
Um edificio abandonado, como todos. Um pouco mais grande da conta, mas... Enorme, enorme. Eu tive que ir buscar gente que se perdeu e quase te perdes tu. Porque é que era... Tu já estuvisteis ali, sabes que todas as plantas eram iguais. Sim. Não estou na quarta ou na quinta, se me dizes que não há. Tu me dizes que está na planta 15, eu digo que sim, porque são todas iguais.
52:43
Entende? São incríveis. Mas,
52:47
Que eu, por certo, eu vivia muito tranquilo até que este começou a ir por aí. Por quê? Porque eu até que tentava por aí a dizer o que havia, se vivia muito bem, não havia problema, ninguém se colava, ninguém tinha nada, e que este homem disse que havia coisas raras, pois... O que acontece. E, no final, olha, acabamos buscando as coisas raras os dois com mais gente.
53:09
Se colava gente todas as noites para obtener psicofonias ou como um reto personal.
53:14
Olha, a mim os que se vêm fazer psicofonias, e isso, não importa. A mim o que mais me fazia é o que falamos antes, os que vão fazer pintada e fazer daño e arrementar portas e isso, coisas que não entende.
53:26
E eu te digo a verdade, a sorte que eu tenho sempre é que quando encontrei alguém...
53:31
Se l'ha falado, se l'ha... Se l'ha dito... Hay que sair e nunca hemos sido tão pouco, por não mais com a gente, né? Mas que... Que havia muita gente... Claro, bueno... Gente com katana, gente... Bueno, te podes imaginar tudo o que... Tudo o que te pode... Tudo o que te pode encontrar por aí, né? Mas, na realidade, bem. Um edificio...
53:52
quase normal. Porque o que eu creio... Bom, quase normal, com tantos milhares de mortos. Bom, eu como não estava, já não estava, hein?
54:02
Gente que chegava até a quitarse a vida de pena. E depois o grupo satânico, pois vamos, tem que comprar o edificio amanhã.
54:09
Bom, eu tenho uma coisa, não vai passado, mas eu tenho um companheiro que entrou a fazer uma ronda e encontrou um grupo de esses. Havia 8 ou 10, 8 ou 10, encapuchados e tal, e Pascual...
54:21
E ele teve sorte.
54:22
Como na película, com chicas assim, eróticas e tal, ou não?
54:27
Não, não, ele me disse que...
54:28
É que até para ser satânico tem que ter dinheiro, Leche. Para ir com três colegas e pôr-se...
54:33
Não, não, mas ele teve sorte, porque eram 10 ou 12, ele teve sorte porque eu me assustei, mas eu tive sorte que eles assustaram e saíram correndo. Mas claro, eu quando te vejo com 10 ou 12 pessoas, se você só pensa o pior, e mais quando vejo essa cena.
54:46
Miguel Ángel, já nem satânico como os de antes.
54:48
Bom, é que eu acho que já nem satânico.
54:50
Salen correndo, nem sequer vão com chicas assim para fazer seu show, como fazia Anton Lavei, o creador da Iglesias de Satã, entende? Isso é ser um profissional, isso é ser um profissional. O de agora já se entrepringam. Se compram todos capuchas aqui na tienda dos chinos, que são baratas, se compram. Três trajes de monje, se coge uma bíblia vieja e se inventa o ritual. Não, não. Assim vai o satanismo no mundo. Vamos fatal, mas fatal.
55:22
Queria comentar algo, Miguel Ángel.
55:26
Não, não. Estava falando, Tony. Digo, não, o tenho muteado.
55:29
É que não. Dizem que eu falo pouco, me corta.
55:33
Estes mutiados, Jorge. Algum satânico foi em condições do Hospital do Tórax para fazer um bom ritual ou não? Todos tão cutres como os que...
55:42
Eu tenho um caso de uma vez que encontramos um tido com uma máscara de diabo, em pelota picada, com isso, e com o heavy a tope e dizendo que era... Vamos, que era o diabo, que era o satanás e que a ver o que fazíamos.
56:00
Bom...
56:01
Eu, esse dia, estava de festa, por certo fui a dar uma ronda com amigos meus que trabalhavam de portero de discoteca, pois tu imagina-te o que se pode liar ali.
56:11
Porque o tio pensava que íamos pegarle e tal, e isso, foi criminal. Mas, aparte disso, sempre havia alguns loucos. Estes que eu sou tal, eu sou cá, tu não sabes quem sou eu, mas, que pode esperar.
56:26
Bom, eu já os deixo que eu já...
56:29
Não, não, tranquilo, tranquilo. O de você não sabe quem sou eu é uma frase muito colombiana, sobre todo porque se fez viral também, porque aqui estavam detenendo um tipo e tal, historias, e você não sabe quem sou eu, como que sou fulanito, meu pai não sei quem e tal, é como que...
56:43
Bastante, bastante terrorífico. Rosy López, que está muito callado. A ver, que te impulsou a ti a investigar criminologia, ou querias comentar algo de outra coisa?
56:55
Não, não, não. Bom, o de criminologia, a curiosidade, mais que nada. Sobre todo, a ver como me explico para que não pareça uma louca falando. Sempre me chamou a atenção o pensamento humano, como há pessoas que podem cruzar esses limites, os psicópatas, os sociópatas, o meterte na mente.
57:20
E, bom, sonava muito bem a carreira, a verdade é que aprendes de tudo, aprendi de todo maestro de nada, mas depois de cara a trabalhar, aí chega o problema. Mas como aprendizagem vital, para mim foi fantástico, porque aí tocas todos os palos.
57:37
Ou seja, tanto direito como... Sim, mas como é enfrentarse a esse limite de a mente humana, de a psique humana, quando alguém é capaz de ser total e absolutamente perverso? Porque há alguns casos, como é um psicópata que, digamos, é um enfermo mental, vale? Um enfermo mental que, além disso, é incurable. Ou não?
57:58
Dale, dale, conta, conta.
58:00
A ver, o problema que... Nos han vendido muito a ideia do psicopata como o serial killer americano. O problema é que o número de psicopatas, os lobos solitários, neste sentido, que matam é um porcentagem ínfimo na sociedade. O que sim temos são psicopatas que estão socializados.
58:30
Políticos, grandes empresários, é a dizer, um psicópata adaptado realmente é fantástico, porque ao carecer de empatia, podem tomar decisões, cuidado, que distinguem entre o bem e o mal, mas não existe esse sentimento de culpa, fazem o que têm que fazer.
58:52
E claro, isso é a típica pergunta. O psicópata nasce ou se faz? Ou seja, há um componente genético?
59:00
Olha, o Pedro tem. E o Nuno também tem. Mas toda a gente tem a mesma mochila este ano.
59:05
Já, toda a gente menos nós.
59:07
E ainda bem. Mesmo. O que ninguém tem é hora para andar com estas mochilas de unicórnios.
59:13
Na escola de toda a gente há lugar para ser diferente. Não percas. Mochila Cool Green Note por apenas 26,99 euros. E Mochila Energy K-Pop por apenas 19,99 euros. Continente. É de toda a gente. Promoção valida em Portugal Continental na Madeira de 10 de agosto a 1 de outubro. Não acumula com outros descontos diretos. Promoção limitada ao estoque existente.
59:30
Não tem que obviar. E além de um componente, podemos dizer, ambiental. Ambiental me refiro à criança que has tenido...
59:41
O lugar onde has vivido, os contatos que has podido fazer a nível social. Ou seja, se é certo que o cérebro de um psicópata puro funciona de outra maneira, isso já se estudou. mas não por ser um psicópata puro, se está dentro de um entorno onde há o que se chamam fatores favoráveis, não tem que se convertir em um Hannibal Lecter, para que me entendam. Aí está o ponto.
60:09
Se mete em política, que não sei que é peor.
60:13
Bom, política, falamos também de altos mandos do ejército, ou seja... Que ser psicópata realmente... Ojo, psicópata, para que me entendáis. Tener rasgos psicopáticos no é malo. Igual que estão os neuróticos, estão os psicóticos.
60:30
Como não vai ser malo, mas se esta gente o que carece é de capacidade, como tu decías, de empatia e de emocionalidade.
60:38
Mas os rasgos também hoje em dia se necessitam para sobrevivir a esta sociedade. Não me refiro a matando gente por la calle, para que me entendáis. Mas se ele...
60:50
um pouco o tirão, e essa seria a parte da criminologia, que está bem, porque observas a gente, está bem, está bem.
60:59
Você diz que não é somente o tema de psicópatas, mas entender onde está a raiz da violência humana, que tem que ser...
61:09
Eu acho que já vem com nós Ou seja, no sentido que se estudaram, por exemplo, os simios e já têm esse tipo de características dentro de nós. Nós não deixamos de ser um homínido.
61:25
É assim.
61:27
E essas disputas pelo território, pelos instintos básicos que temos, esse cérebro reptiliano, não falo de reptil, é de... De os extraterrestres. Não, por aí não vai. O cérebro reptiliano é o primeiro que temos, é o que nos faz sobreviver, o que não regula a temperatura, o hambre, tudo isso. E claro, a violência é muito simples.
61:53
Exato. Coge, por exemplo, na zona de países em Latinoamérica, onde tem muitos problemas nas cárceles. Por quê? Por o afinamento. Mas isso é um fenômeno que está estudiado e mais que estudiado. Mete muita gente em lugares muito pequenos e é um caldo de cultivo.
62:14
Precisamos nosso espaço.
62:17
Deus santo, depois de ouvir você falar, eu vou para Texas, tia. Espacio.
62:22
Espacio. Espacio.
62:25
Espacio. Espacio y jazz. Martín, de dónde vienes tu interés por Rumanía, tu interés por los Cárpatos. Por qué?
62:38
No te lo vas a imaginar.
62:40
Pues yo crecí en la Navarra del Norte, en España.
62:45
Não, na França. Na Navarra do Norte é a zona onde há um santuário famoso que se chama Lourdes, onde os bosques são preciosos. E, bom, chegou um momento em minha vida que me deixei só porque me divorcié e um abogado que eu utilizava para negócios que tinha em França me disse, oi, vente comigo a Transilvânia. E fomos em Enero, o dia de meu cumpleaños.
63:15
e cheguei lá e Transilvânia em enero é como... sobretudo, são árboles de ojaca, lucifolia. Todo é gris e negro. E estou falando do ano 2007.
63:31
Portanto, era quando a Rumaní acabava de entrar na União Europeia e não havia nenhum solo edifico que tinha color. Todo gris, quase não havia luzes. Agora você vai lá e não a reconhecer. De verdade, é algo impressionante.
63:45
Estuve, estuve o ano passado, me impressionou. Onde estive?
63:49
Estuve em Bucarest, estuve em Club Napoca, estuve em Sibius, em Sigisoara. Estuve fazendo um tour como de nove dias, acho que foi algo assim.
64:01
Bem, bom, eu vejo que mais ou menos... É um dos poucos que sabem o que é humanidade. Mas uma das coisas, depende da época do ano que vai, se aves, é que Transilvania se parece... mas se parece muito todo o tipo de montaña e de bosque à Navarra do Norte.
64:20
E ali conheci um personagem que já morreu, um amigo meu, morreu de um câncer. Conheci, me enamoré e comecei a levar empresários e empresas a Transilvania, com isso de Transilvania e Rumanía inteira, Porque faço um hincapié, porque Transilvânia, por exemplo, Bucarest não está em Transilvânia, está em Valaquia. E esse amigo meu, fizemos amistade, e tínhamos muito êxito, e tudo foi muito bem até que chegou a crise e nos matou a todos.
64:59
A crise afetou a Espanha, a do 2010, digamos, Afecou a España e acabou afetando todas as empresas que eu tinha, que representavam.
65:10
Mas me fiquei muito enamorado da zona. É um país muito amável, muito mais seguro que a España.
65:17
Muito mais seguro. Todavia a gente em grandes cidades se deixa a porta aberta. É curioso a fama que tem Rumanía. Corresponde com a realidade. E depois que eu desfrutava como um camello nesse mundo.
65:33
Mas, claro, como meus socios eram pessoas de Transilvânia, acabo sabendo mais que ninguém.
65:43
É divertido, se te gostam dos boques, aí está um dos boques mais misteriosos do mundo, que é o de Ollavácio, por exemplo.
65:50
Bom, que como siga assim, o vão urbanizar.
65:53
Te refieres ao de Cluj. Que, por certo, uma anécdota de hace duas semanas. Um chico... Acho que era...
66:04
apareceu por ali com os dentes afilados. E sabe que desde Klusnapoca até Sibiu tem uma carreira rápida. Tem uma autopista mais ou menos assim.
66:16
Eu digo porque não são de fiar as carreiras rumães. Então, ia 180 por a autopista e golpeou 8 ou 10 carros. A polícia os pôde detenir.
66:28
Era patético, com um sombrero de ala ancha, até o culo de toda a... E disse, e eu lhe visto, disse, é que eu he ido ao Bosque de Baciu e ali me disseram que eu sou família. Ou seja, meu tata-tata-tarabuelo era Vlad Tepes, Drácula, e eu veni abaixo para que me nombrou. En fin...
66:53
O vampiro ou conde?
66:55
Não, não, vampiro. Por certo que Vlad Tepes não era conde, era príncipe. Ese é o problema, porque quando falas com os rumanos... e falhas de Drácula, se enfada.
67:08
Sim, se enfada, é uma coisa um pouco heavy. O rumano não gosta que seja de vampiro, não gosta que seja de Drácula, a mim é uma coisa que me impacta bastante, goste ou não. O último estacado por vampiro, P.C., Maritona Udo Sous, foi no ano 2004 e foi em Rumanía, goste ou não, essa é a realidade, mas se ponen de mala hostia.
67:29
Não há forma de falar... Sim, porque o personagem em si mesmo é algo parecido ao Mioci de Espanha.
67:36
De todas maneras, se vamos pelo lado literário, o Castillo de Bran, que você já está,
67:41
Olha, o Pedro tem. E o Nuno também tem. Mas toda a gente tem a mesma mochila este ano.
67:47
Já, toda a gente menos nós.
67:49
E ainda bem.
67:50
Mesmo. O que ninguém tem é a hora para andar com estas mochilas de unicórnios.
67:54
Na escola de toda a gente há lugar para ser diferente. Não percas. Mochila Cool Green Note por apenas 26,99€. E mochila Energy K-Pop por apenas 19,99€. Continente. É de toda a gente. Promoção vale. em Portugal Continental na Madeira de 10 de agosto a 1 de outubro. Não acúmulo com outros dos conselheiros. Promoção limitada ao estoque existente.
68:11
É um castillo que a mim não me gosta. O castillo de Rúmania que Deus manda é o Corvínilor, que está em Unedoara, Transilvânia. E depois há outro castillo, neste caso totalmente literário, que a gente não conhece e esquece, e que está vinculado aos vampiros, que é o castillo ou a fortaleza de Colt.
68:35
onde Julio Bernes escreveu o livro Un castillo de los carpas. Que bueno. E outra coisa que não conhecerás é o tema das energias de Roma.
68:50
E, por certo... Que passa com essas energias? Cuéntame.
68:54
Bom, pois que diríamos... Ojo, que estamos falando da parte mais antiga de Europa.
69:00
Antes, quando havia o mar Panônico, que é o mar que vai desde mais ou menos Viena, ocupava toda Hungria e chegava até os Cárpatos, Apusinos, Apusinos que não são Cárpatos-Cuaternalia, mas Terciaria, essa zona é uma zona que está cheia de ouro.
69:23
e de montanhas metalíferas. De ali vem a porfíria, o tema do vampirismo dentro da cidadania, e depois toda a parafernalia que se faz por medo e ignorância da gente. Estamos falando de há seis mil anos.
69:42
Ojo, que Rumanía é a parte mais antiga da Europa. Mas, se vocês olham no mapa, E sabéis que na parte baixa de Rumanía há uma cidade que se chama Baile Herculane, que são as termas de Hércules, onde dizem que Hércules venia, depois de suas batalhas, a curar-se. Se te mirar a curva que fazem os cárpatos e onde vai, te darás conta que na parte baixa é o Olimpo.
70:12
Então a pergunta é, e depois tendo em conta as civilizações como os lacios que houve por aí, Daí, Dacia, a marca Dacia de Renon, você tem que perguntar, mas, o que foi primeiro?
70:25
A parte de abaixo é a de arriba. Por certo, há uma gruta que, não sei se você ouviu falar, ou visitaste, que é a Pestera Yalomitei, o Monasterio Yalomitei. Você suena? Não, não me lembro.
70:43
Vale, pois esse monasterio é a porta do infierno, a porta do Adelho.
70:48
Ah, eu escuto falar dele, sim. Vale, mas se tuve ali... Me repites o nome do monastério?
70:56
Sim, Pestera ou... Pestera é gruta. Pestera é Yalomitei. Monastério de Yalomitei, que tem... Pois o monastério tem como as religiões cristãs, quando havia algum problema, colocam a igreja primeiro e outra delante. Ou seja, na verdade, não a vejo porque estás aí. Mas podes entrar e visitá-la. Mas chega um momento que há bocas de gruta, ou seja, dentro, no interior, há zonas tapeadas. E há uma que é a porta delante.
71:28
E também comentaram que está, de fato, muito raro, que é como para defender desde um ataque desde dentro, não desde fora, que é uma coisa louquíssima, me disseram.
71:35
E depois que há outra coisa, que se supone que, segundo a mitologia, ali havia um lago, e tu llegas e não está o lago. Mas é que há uns cientos de anos havia um lago, o que passa que, como o água perfora a roca, saía mais abaixo. E, nesse ponto, este era, já o omitei. Encima, nos carpatos, arriba, que são as montanhas Búthes, Arriba, em linha recta, tem um ponto de energia que tem um quilômetro quadrado por um quilômetro quadrado que é tão potente que se chegam arriba, que tem um palizão ou você vai em helicóptero, um telefone móvel descargado se carrega só.
72:17
Que louco. E ali está a famosa esfinge, ali se supõe que há uma pirâmide, bom, dizem os...
72:27
Os personagens... Não sei se é uma leienda... Tendo em conta que o comunismo tapava todo o que fosse misterio.
72:39
Por exemplo... E então aí há uma pirâmide e um caminho até as pirâmides de Egito. E estamos falando de 1500 anos antes...
72:54
de que começasse o vampirismo. Depois há outra zona que é desconocida porque a gente... Por que há tanto interesse com Transilvânia ou detrás da Silva? Porque tem ouro. De fato, hoje em dia, a reserva de ouro mais grande que se sabe que está na Terra, isso dizem os canadenses, que são uns mineros natos, está em Transilvânia. E neste caso, no retângulo do ouro, que já os lacios, os Dacios e Roma explotou.
73:27
De fato, eu estava dentro de uma dessas minas de ouro. Está na zona de... já dentro da zona Mox de los Cárpato-Apusinos. Mas que sepáis que há montanhas que têm ouro, mas têm a mesma quantidade de urânio.
73:43
E essas não se explotam. Não se han explotado. Agora está tudo parado. Mas essa zona é muito particular. E aí há um pobozinho E esse tomar nota, porque é muito especial para os que gostam de notar a energia, que se chama Sacaramba.
74:01
Sacaramba.
74:03
Que ali solia estar o imperador austro-húngaro, nessa zona, porque há minas de ouro. Se fez um assento e tal. Hoje em dia está meio abandonado tudo isso, mas os romanos não sabem cuidar esse tipo de coisas. E ali, em metade da montanha, há o que se chama a Padure de Argento, ou seja, o bosque de plata.
74:26
E se tu subes ali, isso é algo alucinante. É alucinante o ponto de energia. Ele fez plantar uns árvores diferentes para cá, desde abaixo, saber onde estava esse ponto de energia. Mas que sepais que de esse pobo ao de abaixo, que se chama Sertesh, há seis quilômetros, a gente vive dez anos mais no pobo de arriba que no de abaixo.
74:51
Que louco.
74:53
E depois tu has passado ao lado, se has subido de Bucarest hacia arriba, hacia Brasov, has passado por um sitio que se chama Campina.
75:09
E ali há outro portal, um portal que se diz que está, que é um centro ao espiritismo, que é o que se chama do Castilho de Iulia Hasdeu, que é uma chica que morreu, acho que estava falando do século XIX, seu pai morreu na França, tem umas reminiscências também com as histórias de Víctor Hugo, com sua filha que morreu, e o acercamento ao espiritismo. Mas como esse homem, além de ser poeta, o pai, era científico, físico e tal, utilizou toda a sua sabedoria para fazer um templo, que, por exemplo, se pode visitar.
75:51
E ali a energia se nota a 50 metros, mas não é uma energia positiva, nos garantizo.
75:58
Que curioso, que curioso, nos has feito uma radiografia de Transilvania que eu desconocía, com esse tipo de portais. Ah, e por certo... Que havia leído muito de vampiros, mas de esse tipo de coisas não, na verdade.
76:10
Por certo, há uma cidade onde a energia de Drácula se pode notar ainda para os seres sensíveis.
76:20
Olha, o Pedro tem. E o Nuno também tem. Mas toda a gente tem a mesma mochila este ano. Já, toda a gente menos nós. E ainda bem. Mesmo. O que ninguém tem é a hora para andar com estas mochilas de unicórnios.
76:42
Na escola de toda a gente há lugar para ser diferente. Não percas. Mochila Cool Green Note por apenas 26,99 euros. E mochila Energy K-Pop por apenas 19,99 euros. Continente. É de toda a gente. Promoção valida em Portugal Continental na Madeira de 10 de agosto a 1 de outubro. Não acumula com outros descontos diretos. Promoção limitada ao estoque existente.
77:01
E ali estava a plana de empalamento.
77:05
Que boa onda. Um tipo muito simpático. Me lembra Tepes.
77:09
Bom, a verdade é que aprendeu a empalar por os turcos e não era o único que empalava, o que pasa é que este se fez popular.
77:16
Se fez popular porque empalava a miles de pessoas e porque entendiu, que era um tipo muito inteligente, que o terror era um arma de guerra quando o seu ejército era muito mais pequeno que o otomano.
77:26
Sim, muito bem, você disse otomano, que não é turco, não é o meu.
77:31
Otomano.
77:33
Bom, o que não fala mais...
77:35
Queria contar algo mais, Martim?
77:37
Bom, pode estar horas...
77:39
Nada.
77:40
Pero o que queráis vosotros.
77:42
E a perguntar-me. Para que váia falando mais gente. E vou dar o passo aqui a Alejandro Bernal, que não has falado nada esta noite, macho.
77:51
Bom, João, eu quero compartilhar com nossos convidados e os seus inscritores um caso, OVNI, que você sabe que me tem obsessão e do qual se revelaram novas informações nos últimos anos, o caso da Escola Ariel em Rua, Zimbabue, para contextualizar os espectadores e nossos convidados. Imagínense este escenario, 62 crianças, E aí E, reitero, a quantidade de testigos, os investigadores que realizaram as pesquisas em campo e muitos detalhes mais deste caso para mim o convierte no somente um dos incidentes ovni mais importantes do século XX, mas provavelmente de todos os tempos.
78:53
Para contextualizarmos em que ano ocorreu, 16 de setembro de 1994, em Rua, Zimbabue, um lugar esquecido do mundo, já de por si África é bastante esquecido no nosso contexto no occidente, e dias previos a esse 16 de setembro, os lugares de esta zona E aí Estos foram dias previos e o dia do incidente, aqui o 16 de setembro de 1994, a hora do recreo, como se lhe diz em Colômbia, ou a hora do descanso, tipo 9 dias da manhã, 62 meninos de diversas edades em uma escola de elite, porque a escola Ariel, assim se chamava, em Ruba, Zimbabue, era uma escola para os filhos de os diplomáticos, filhos de políticos, gente muito importante, começam a observar que umas estranhas luzes aparecem no céu, ... ... ... ...
80:08
Desde logo, isto capta a atenção de todos eles de inmediato. Apreciam estes estranhos artefatos, a uns seres com umas características fisiológicas muito estranhas, juanje e invitados, cabeça em forma de huevo invertido, olhos almendrados muito escuros, e estes seres começam a... comunicarse com esses filhos, com esses 62 filhos de forma telepática, começam a suministrarles uma série de imagens, uma imagem absolutamente dantesca, esses seres regresam, esses artefatos, esses objetos começam a ascender e se perdem no firmamento.
80:44
Já se imaginarão o que isto causou na escola em que ocorreu isto porque quando estes infantes regressaram a clases, lembrem, foi a hora do descanso, a hora do recreo, praticamente todos os meninos falavam disso ao unísono, não havia outro tema de conversação, todos estavam falando precisamente sobre este tema, sobre estes estranhos artefatos e estes estranhos seres. Os professores, que, a propósito, naquele momento se encontravam em uma reunião de docentes, Hacendo algumas modificações curriculares, pensaram inicialmente que se tratava de uma broma, talvez os meninos estavam jogando uma broma e queriam fazer de forma massiva, mas se les fez muito estranho que esta história, esta versão e este trauma de esses meninos se mantive com o passo dos dias.
81:34
Por que 62 filhos de diversas edades se iam inventar uma broma? E o mais especial, como iam sostenerla durante tanto tempo? Já haviam passado praticamente uma semana e seguiam falando do mesmo.
81:47
Os docentes decidem reunir-se com o diretor deste claustro da Escola Ariane em Rua, Zimbabue, e ele decide comunicar-se com alguns reporters da BBC de Londres, um dos meios de comunicação mais importantes do mundo, E este meio de comunicação tão relevante decide convocar não somente a reporteros e a um fotógrafo, mas também a vários expertos na matéria. Por um lado, estava Cynthia Hines, representante da MUFON.
82:17
Para quem estiver metido no tema dos ovnis, é talvez a organização de investigação nesse rubro mais importante do mundo, com um pool completo de cientificos, expertos em diversos tópicos relacionados com o fenômeno ovni.
82:32
Cindy Hynde era a representante para a África da MUFON e junto a eles para mim o personagem clave desta história John Mack John Mack era nada mais e nada menos um senhor de quem vamos ver uma imagem que vai compartilhar a Juan G. em uns instantes John Mack era catedrático de Harvard premio Pulitzer que o obtuvo na década dos setenta e resulta que este senhor John Mack E, queridos espectadores, era o maior experto do mundo em psiquiatria infantil.
83:06
Um tipo que não somente se ganhou o respeito do mundo na comunidade científica por esse rubro, mas que era bastante mentado. Era um homem muito conhecido e muito respeitado. Por as investigações que dizia ao respeito, convocaram a John Mack para ver se se tratava de um caso de histeria colectiva, de talvez uma broma muito elaborada, para adentrar-se na psique dos infantes para saber se esta história havia sido inventada ou não. E junto a John Mack, Dominique Calmanopoulos, outra científica, outra psiquiatra de Harvard e outro personagem fundamental nesta história, Gunter Hoffer, fotógrafo da BBC naquele então.
83:48
Resulta que John Mack e todos estes expertos começam a fazer as investigações. Gunter Hoffer, que a propósito é algo que vocês vão ver em postprodução neste instante, data como estes estranhos artefatos, de acordo com o testemunho dos meninos, deixam umas boas físicas, literalmente a hierba sobre a qual desciendem estes artefatos, literalmente parece doblada como por uma energia, algo bastante anómalo que aterriza no suelo, Juange, sabrá que quando há um incidente de ovni, onde há boas físicas, é quase que um santo grial para os investigadores.
84:22
Sim, passamos um pouco a frente.
84:24
Este tipo data, se saca fotos aí, no lugar, mostra, as documenta com sua câmera. E John Mack, este psiquiatra de Harvard, se dedica a recolectar o testimonio dos filhos, a entrevistarse com eles de forma individual, reitero, com infantes dos 7 a 14 anos, a perguntar-lhes o que havia ocorrido, o que havia acontecido. E literalmente o que recopila John Mack é algo dantesco, é algo sorprendente e que até o dia de hoje para mim se convierte em um dos documentos dentro de investigações óvnias mais importantes da história.
84:59
Alho que ouvimos no ar.
85:00
Alho? Alho que ouvimos no ar. Alho? Alho que ouvimos no ar?
85:06
Alho? Alho que ouvimos no ar?
85:08
Alho? Alho que ouvimos no ar?
85:28
Olha, o Pedro tem. E o Nuno também tem. Mas toda a gente tem a mesma mochila este ano. E ainda bem.
85:36
Mesmo. O que ninguém tem é a hora para andar com estas mochilas de unicórnios.
85:40
Na escola de toda a gente há lugar para ser diferente. Não percas. Mochila Cool Green Note por apenas 26,99€. E mochila Energy K-Pop por apenas 19,99€. Continente. É de toda a gente. Promoção valida em Portugal Continental na Madeira de 10 de agosto a 1 de outubro. Não acumula com outros descontos diretos. Promoção limitada ao estoque existente.
85:58
Um pequeno objeto, que estava muito grande, e então eram pequenos, todos ao redor.
86:03
Nós vimos algo verde, e então nós passamos para o fogo, e nós vimos uma coisa verde, e nós vimos uma coisa verde, e nós vimos um homem nexte a ele.
86:14
O que se sentiu quando ele estava olhando para você? Eu me senti medo.
86:18
O que se senti medo?
86:20
O que se senti medo disso?
86:24
Eu fiquei muito scared porque eu nunca vi uma pessoa assim antes.
86:29
Você viu os olhos?
86:32
O que eles olham?
86:33
Eles olham assim.
86:34
O que foi a parte parte? Foi a parte parte aqui ou foi a parte parte lá?
86:45
E o que foi a sensação quando você olhou os olhos?
86:49
É um, foi escuro.
86:53
E o que foi? Por que? O que fez isso?
86:57
Os olhos olham mal. E o que foi mal para eles?
87:00
Dê o que você quer dizer, por que eles olham mal?
87:03
Eles olham mal porque eles olham apenas olham para mim. Olham a você como se o que? Como se fazer o que?
87:21
As if it wanted to come and take us.
87:24
As if it wanted to come and take you. That was the feeling you got? That it wanted you to go with it? Você sentiu que você queria ir com isso? Não.
87:56
E realmente, quando John Mack recopila esses testemunhos, ele diz, de acordo com a minha experiência e minha experiência como psiquiatra, em Harvard, uma das universidades mais importantes do mundo, eles me estão dizendo a verdade. Eles me estão falando de algo que viveu, de algo que foi real, de algo que aconteceu. Não há, pelo menos desde o ponto de vista acadêmico, não há nenhuma tela de dúvida para pensar que talvez isso se trata de uma invenção. Foi algo que aconteceu.
88:25
Desde logo, John Mack, quando revela isto nos Estados Unidos, se ganha a animadversão de uma quantidade importante de colegas, de investigadores, não somente em Harvard, mas em outras importantes instituições nos Estados Unidos. De fato, o intentam echar de Harvard, como Juange muito bem o denominaria os ciencinazis, que se ofendieron porque este senhor começa a investigar isto. Apesar disso, John Mack mantive seu posto em Harvard e começa a investigar também outro fenômeno muito interessante dentro do fenômeno ufológico dos ovnis, o fenômeno dos abducidos.
89:00
E é que John Mack começa a recopilar casos, a falar com pessoas, aproximadamente uns 300 casos, muito mal contados, de pessoas que haviam manifestado, para contextualizar a quem não sepan que é um abducido, são pessoas que... seriam levadas à força a um dos estranhos artefatos voladores não identificados. Alguns deles relatam experiências absolutamente estranhas, outras rocambolescas, pessoas que foram examinadas, desnudas, pessoas que supostamente se les han metido implantes em seu corpo.
89:32
O certo é que John Mack, quando evalúa esta casuística, sumando à experiência de ir a campo a falar com esses meninos, com esses 62 infantes que experimentam este incidente no 16 de setembro de 1994, se queda convencido que detrás do fenômeno OVNI há uma realidade que é muito difícil de explicar através da ciência convencional. De fato, John Mack se fez muito conhecido porque ele, a propósito dessas investigações sobre os abdusidos, dizia que ele estava seguro que o fenômeno dos abducidos era real, que ele não se atrevia a determinar se a natureza do fenômeno era extraterrestre ou se fazia parte de uma realidade que ainda não podemos conhecer, mas que são hechos verídicos que afetam a muitas pessoas em todo o mundo e que é algo que aconteceu desde há muito tempo e se segue apresentando.
90:27
Para rizar mais o riso, Juanja, e para terminar este caso que, como você já sabe, me encanta e me apasiona, John Mack, no 2004, estava em Londres, ia fazer uma conferência, de acordo com seu grupo de investigadores mais cercanos e alguns allegados, ia revelar uma informação muito gorda, uma informação bastante importante, não só sobre as investigações em Rua, mas sobre esses testigos de as abduções. John Mack morreu em circunstâncias bastante irrisorias, o homem foi arrollado por um veículo em plena Londres no ano 2004, as causas do accidente não estão esclarecidas e, a partir desse momento, se suscita uma grande conspiração sobre por que razão morreu John Max, além dessas circunstâncias accidentais, alguém o queria callar, a alguém lhe convenia que este homem se callara, reitero, o psiquiatra infantil mais importante do mundo, a comienzos dos 90, um caso absolutamente impressionante.
91:27
O caso de Rua de Zimbabue, que eu acho que, para mim, junto com o caso de Boronets, são os casos de encontros do terceiro tipo mais importantes do século XX, porque, por causa da qualidade dos testigos, são um monte de crianças, há boas físicas, são investigados por um psiquiatra, tudo. A pena é que na antiga Ucrania, na antiga União Soviética, não se investigasse também o que sucedeu em Boronet, mas também mereceria a pena ir um dia a investigá-lo. Se alguém me financia, o faré, porque se não, me custa a plata um pouco larga o tema, mas me encantaria, me encantaria fazer.
92:06
Bom, senhores, eu acho que vamos chegar ao final deste podcast, onde todos vocês têm contado histórias, onde todos vocês têm aportado um granito de arena Mas para essa gente que o está passando realmente mal, vale? Ojalá salgan pronto de sua pesadinha, acho que é o importante, vale? Obrigado a todos por estar aqui. Obrigado a todos que tenham ouvido este podcast, porque isso faz que esses 100 euros possam chegar à Cruz Roja Española para os danificados.
92:36
E nada, vou fazer uma pequena ronda já para que vayamos cerrando todos.
92:42
Então, Miguel Ángel Segura, amigo, a conclusão, a cierre. Tony García também se quer falar, por suposto.
92:51
Bom, a verdade é que iniciativas como esta eu acho que animam um pouco, no sentido de darte conta de que... Porque se han quedado muitos investigadores que por temas de trabalho e demais não podiam participar. mas há muita gente interessada em participar nessa iniciativa e isso te faz ver que dentro do mundo do misterio, apesar de que é um mundo às vezes muito escuro, como suelo contar, e te encontras com pessoas de todo tipo, também há muita gente com luz, muita gente que quer ajudar os outros.
93:30
E, bom, a verdade é que me sinto orgulhoso de todos vocês, porque sois gente fantástica.
93:38
Muito obrigado, amigo. Tony, queres comentar algo, alguma coisa?
93:41
Bom, eu pouca coisa mais. A verdade é que encantado por estar aqui e de conhecê-los a vocês. Algunos já os conhecia de ouvidas e tal, mas, bom, é o que dices tu. Que os povos se pode fazer este grado de arena, pois, mira, se pode ajudar algo, pois, bom, para isso estamos todos dispostos.
94:03
Muito obrigado, Tony.
94:06
Martim, amigo, a conclusão, o seu cierre?
94:11
Bom, que fazemos um granito de areia, mas se não tivesse granitos de areia não haveria areia nas playas. Algo fazemos, muito pequeno, mas não tudo é um desastre físico, mas também emocional. sabemos que as pessoas que têm sufrido um trauma muito grande, e essa dana deixou milhas, decenas de milhas de pessoas com problemas que depois vão ter que passar por atenção médica ou psiquiátrica ou psicológica, pois o que temos feito hoje, de boa fé, é tentar também entretener-los, despistá-los de sua malestar.
94:53
En fin, encantado de conhecê-los a todos. A Miguel Ángel o vejo mais a menudo, que é um tio que está sempre no tórax. Suelo verlo por aí. Bom, quando o vejo por internet, logicamente.
95:08
E Transilvânia e Rumanía inteira é uma maravilha. Não se pode nem ver.
95:16
Olha, o Pedro tem. E o Nuno também tem. Mas toda a gente tem a mesma mochila este ano. Já, toda a gente menos nós. E ainda bem. Mesmo. O que ninguém tem é a hora para andar com estas mochilas de unicórnios.
95:41
Na escola de toda a gente há lugar para ser diferente. Não percas. Mochila Cool Green Note por apenas 26,99€. E mochila Energy K-Pop por apenas 19,99€. Continente. É de toda a gente. Promoção valida em Portugal Continental na Madeira de 10 de agosto a 1 de outubro. Não acumula com outros descontos diretos. Promoção limitada ao estoque existente.
96:00
Bom, como o resto de companheiros, se pudemos contribuir, embora seja com este granito de arena, e teres saído um pouco da situação dantesca e surrealista que estamos vivendo, bem-vindo seja.
96:18
E sempre há luz, isso é com o que temos que ficar, sempre há luz.
96:24
Ojalá que esse aluno não falte, Rosy. Muito obrigada, Alejandro Bernal. Amigo, tu conclusão e tu cierre.
96:31
João, feliz de ser parte de uma iniciativa como esta. Eu acho que, na medida em que todos podamos aportar de alguma outra forma para todas essas pessoas que estão passando mal em Valência e em outras zonas de Espanha, é bom incentivar as pessoas a que, neste caso, aportem e tentemos ajudar. Acho que entre todos podemos construir um mundo melhor e, se podemos ajudar pessoas que realmente estão em uma situação bastante complexa, acho que também Um tema de empatia humana é tentar dar uma mão, amiga.
97:03
E me podem seguir em redes sociais, em Instagram, em arroba alebernalprez.
97:10
Muito obrigado, amigo. E eu, para terminar, bem, muito simples, pois que, no fundo, ojalá, acho que Rosy tenha razão, e que sempre tenha uma luz, e que sempre nos guie uma luz, e por muito escuro que esteja tudo, sempre há uma luz, sempre he sido o primeiro que lhe disse. E se não vencemos comigo a Texas, montamos um arsenal e o que venha tocar nos nariz nos o carregamos. Já está, é o único que se me ocorre, porque...
97:40
Não quero dizer outra coisa. En fim, é muito triste o que aconteceu. Há muitos milhares de pessoas que estão muito mal.
97:48
Os dou as graças, repito, Miguel Ángel Segura pela iniciativa, a todos os que participaram neste podcast. É um pouco de dinheiro, mas um granito de arena sempre é um granito de arena. E obrigado a todos os que assistiram isto porque contribuíram a que se pudesse mandar esse dinheiro. Olha, o Pedro tem. E o Nuno também tem. Mas toda a gente tem a mesma mochila este ano. Já, toda a gente menos nós. E ainda bem. Mesmo. O que ninguém tem é a hora para andar com estas mochilas de unicórnios.
98:35
Na escola de toda a gente há lugar para ser diferente. Não percas. Mochila Cool Green Note por apenas 26,99€. E mochila Energy K-Pop por apenas 19,99€. Continente. É de toda a gente. Promoção valida em Portugal Continental na Madeira de 10 de agosto a 1 de outubro. Não acumula com outros descontos diretos. Promoção limitada ao estoque existente.